Red Bull Bragantino, a nova força do futebol brasileiro

Foto: ESPN
Por Gabriel Santos
FutebolNews

O acordo está selado e o Bragantino agora tem acordo oficial com a Red Bull, uma parceria que segundo o próprio presidente Marquinhos Chedid afirma que "da forma como está indo, os clubes pequenos do interior do Brasil e São Paulo vão sucumbir".

A parceria começa a valer já nesse ano com a Série B, mas o nome só será realmente trocado para RB Bragantino em 2020. A gestão do futebol profissional já será do RB Brasil, que fará as contratações e fica responsável pela folha de pagamento. 

O clube será comandado por Antônio Carlos Zago, que foi parte da comissão técnica do RB Brasil no Campeonato Paulista, e do time original do Bragantino apenas 4 jogadores permanecem: o goleiro Alex Alves, o meia Vitinho e os atacantes Matheus Peixoto e Wesley, além de tudo ainda é esperada a ampliação do Nabi Abi Chedid e a criação de um CT para o Bragantino

Com todas essas cartas na mesa, é completamente plausível se pensar que os investimentos no futebol vêm, cada vez mais para somar no esporte. Vários clubes interioranos estão praticamente fadados ao fracasso por crises financeiras, o Bragantino poderia passar pelo mesmo a qualquer momento, afinal as finanças nos clubes de menor expressão muitas vezes são incógnitas, mas o acordo pontual com a Red Bull impede completamente isso.

A Red Bull também tem clubes na Alemanha (Leipzig), Áustria (Salzburg)e nos Estados Unidos (New York Red Bulls), mas definitivamente não é a única empresa que pretende investir pesado no futebol daqui pra frente.

Alguns países por cultura odeiam a Red Bull e seus clubes, por tirar a tradição da equipe, mudar o nome e investir majoritariamente em um clube, caso da Alemanha: o Leipzig é o clube mais odiado da Alemanha não é a toa, pois existe a regra do 50+1 que proíbe um investidor único de ter a maioria das ações da equipe, o que a Red Bull deu uma "driblada" para conseguir estabelecer o Leipzig.

O assunto indiscutivlmente ainda gerará muitas polêmicas, mas podem haver males que vêm par o bem.

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